Territórios humanos e não-humanos na fronteira Brasil-Argentina

Abril/2022

Frederico Freitas

No artigo Caçadores, guardas florestais, pumas e onças: territórios humanos e não-humanos na fronteira argentino-brasileira, décadas de 1960-1990, disponível em inglês e espanhol, o historiador Frederico Freitas enfoca os parques nacionais do Iguazú e do Iguaçu, estabelecidos pela Argentina e pelo Brasil na década de 1930 como reservas naturais bifurcadas por uma fronteira internacional.

Em entrevista ao Blog do HCS-Manguinhos internacional, Freitas fala sobre a perspectiva espacial na interação entre animais humanos e não humanos e a importância histórica desses parques na fronteira do Brasil com a Argentina.

“As dimensões espaciais da territorialidade humana e animal seguem uma lógica geográfica semelhante. Como estratégias de controle localizadas, habitam um mundo compartilhado”, afirma.

Leia a entrevista no Blog em inglês.

Assista também:

Pesquisador estuda interação entre caçadores e grandes felinos na fronteira Brasil-Argentina na segunda metade do século XX 
Autor de artigo em HCS-Manguinhos, Frederico Freitas, professor da North Carolina State University, dialoga com Lise Sedrez (UFRJ) e Regina Horta Duarte (UFMG) no programa Conversa Animal, no YouTube.

Leia na revista HCS-Manguinhos:

Hunters, rangers, cougars, and jaguars: human and nonhuman territories at the Argentine-Brazilian border, 1960s-1990s, artigo de Frederico Freitas (História, Ciências, Saúde-Manguinhos, 2021, v. 28, supl 1)