O livro O movimento e a linha: presença do Teatro do Estudante e do Gráfico Amador no Recife (1946-1964), de Flávio Weinstein Teixeira, “é um importante e fecundo panorama da vida cultural do Recife no período da redemocratização, após a ditadura do Estado Novo”. Leia resenha de Lucia Lippi Oliveira na revista HCS-Manguinhos (v. 15, n. 4, dez/2008)
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A vida cultural no Recife no período entre ditaduras
O livro O movimento e a linha: presença do Teatro do Estudante e do Gráfico Amador no Recife (1946-1964), de Flávio Weinstein Teixeira, “é um importante e fecundo panorama da vida cultural do Recife no período da redemocratização, após a ditadura do Estado Novo”. Leia resenha de Lucia Lippi Oliveira na revista HCS-Manguinhos (v. 15, n. 4, dez/2008)
Mast realiza eventos sobre humanidades digitais, acervos audiovisuais e história oral
Pesquisadores debaterão perspectivas e desafios para a história das ciências em tempos de digitalização. O II Seminário de Humanidades Digitais e a III Oficina Acervos Audiovisuais e Relatos em História Oral, promovidos pelo Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast), no Rio de Janeiro, serão realizados em 18 e 19/3.
Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher, 40 anos de uma história: entrevista com Ana Maria Costa
Médica sanitarista, militante da reforma da saúde, ativista feminista, gestora de saúde, pesquisadora e professora universitária, sua carreira profissional e política se confunde com a própria história do Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher (Paism). Leia depoimento à revista HCSM (v. 31, 2024)
Epidemias e carnaval: morte e alegria através dos séculos
As semelhanças das atitudes perante as epidemias de peste na Europa e de gripe espanhola no Brasil em 1918 são o tema de Ricardo Augusto dos Santos no artigo “O Carnaval, a peste e a ‘espanhola’”, publicado na seção Imagens da revista História, Ciências, Saúde – Manguinhos (v. 13, n. 1, jan/mar 2006)
O Código de Águas (1934) sob a perspectiva da salubridade
Artigo de Fábio Alexandre dos Santos, da Unifesp, reflete sobre como o Código de Águas, de 1934, proposto essencialmente para regular o setor de geração de energia hidrelétrica, trouxe ao debate questões relativas à salubridade, aos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário, à poluição e à proteção da natureza.
Para pensar e repensar a ciência
Dois livros para refletir sobre a ciência ganharam resenhas na revista História, Ciências, Saúde – Manguinhos (v. 32, 2025): Uma outra ciência é possível: manifesto por uma desaceleração das ciências, de Isabelle Stengers, e Handbook for the historiography of science, de Mauro Lúcio Condé e Marlon Salomon. Confira!




