O livro O movimento e a linha: presença do Teatro do Estudante e do Gráfico Amador no Recife (1946-1964), de Flávio Weinstein Teixeira, “é um importante e fecundo panorama da vida cultural do Recife no período da redemocratização, após a ditadura do Estado Novo”. Leia resenha de Lucia Lippi Oliveira na revista HCS-Manguinhos (v. 15, n. 4, dez/2008)
A vida cultural no Recife no período entre ditaduras
O livro O movimento e a linha: presença do Teatro do Estudante e do Gráfico Amador no Recife (1946-1964), de Flávio Weinstein Teixeira, “é um importante e fecundo panorama da vida cultural do Recife no período da redemocratização, após a ditadura do Estado Novo”. Leia resenha de Lucia Lippi Oliveira na revista HCS-Manguinhos (v. 15, n. 4, dez/2008)
Ainda estamos aqui: mulheres e militância na luta contra a ditadura civil-militar
As diferentes formas de resistência e as estratégias utilizadas pelas mulheres para combater a ditadura civil-militar no Brasil serão analisadas pela professora Dulce Pandolfi (Universidade da Cidadania – UFRJ) no primeiro Encontro às Quintas de 2025. O evento será em 20/03, às 10h, no Auditório do Museu da Vida, na Fiocruz.
Ditadura no Brasil em foco
Esta semana, dois acontecimentos trouxeram o assunto de volta à tona: a premiação da atriz Fernanda Torres com o Globo de Ouro pelo filme Ainda estou aqui, e os dois anos da tentativa de golpe em Brasília, em 8 de janeiro de 2023. Leia entrevistas com pesquisadores no Blog de HCS-Manguinhos e artigos publicados na revista História, Ciências, Saúde-Manguinhos



