Magnetismo animal em debate em Portugal nos Oitocentos

Bruno Barreiros, da Universidade Nova de Lisboa, analisa a curiosidade popular e especializada em torno da terapia em meados do século XIX

O desastre da talidomida segundo o Jornal do Médico, de Portugal

Artigo de José Augusto Leandro, professor da Universidade Estadual de Ponta Grossa/PR, publicado em HCS-Manguinhos, analisa como o periódico editado na cidade do Porto divulgou os efeitos de droga teratogênica do início de 1960 ao fim de 1962

Propostas de comunicação para encontro sobre saúde e higiene públicas em Portugal podem ser enviadas até 31/1

Evento será em 7 e 8 de maio no Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, em Lisboa. Envie a sua proposta até dia 31 de janeiro.

Instrumentos, objetos e coleções como fontes para a história do ensino das ciências

Para a pesquisadora Inês Gomes, é preciso conhecer e estudar as coleções de história natural das escolas secundárias portuguesas, que encontram-se em situação de semiabandono

Artigo discute o declínio do acesso à saúde para pacientes com câncer em Portugal

Até recentemente o Serviço Nacional de Saúde português era reconhecido como um dos melhores sistemas públicos de saúde do mundo, mas as medidas de austeridade do governo neoliberal mudaram este cenário

Livros médicos: tradução e censura em Portugal no século XVIII

Cláudio DeNipoti, da Universidade Estadual de Ponta Grossa, analisa livros traduzidos de 1770 a 1810 que tinham como objetivos popularizar ideias médicas e instruir agentes políticos e médicos. O autor faz um cruzamento com o que os censores portugueses disseram sobre tais traduções.

Aparelho obsoleto, história viva

Artigo em HCS-Manguinhos aborda a experiência do Museu da Saúde, em Lisboa, que tem espaços físicos e virtuais para a divulgação do seu acervo

Políticas do mar

Pesquisadores da Universidade Nova de Lisboa analisam as políticas científicas de Portugal e suas dimensões estratégicas no século XX

1974: Revolução dos Cravos em Portugal

Pouco após a meia-noite de 25 de abril de 1974 começou a soar na emissora católica de Lisboa a música até então proibida “Grândola, Vila Morena”. Era o sinal combinado para o início do levante militar em Portugal.