Dia da Consciência Negra: avanços e desigualdades

Neste Dia da Consciência Negra, festejamos que, pela primeira vez, o número de negros ultrapassou o de brancos nas universidades públicas. Porém, a democratização do acesso não foi uniforme. Os cursos mais concorridos ainda tem percentual menor de negros matriculados. Leia sobre a questão e acesse artigos que retratam recortes da história dos negros no Brasil em HCS-Manguinhos

Artigo em HCS-Manguinhos discute suicídios de escravos

Para os autores, generalizar a motivação dos casos como “desgostos do cativeiro” é simplificar demais

A saúde entre dois mundos: escravos e libertos atuavam como sangradores e parteiras no século XIX

Estudos indicam que práticas populares de cura disputavam espaço com a medicina acadêmica

Teatro natalino de escravos no Brasil no olhar de um botânico europeu

Em 1836, George Gardner assistiu encenação dramática em fazenda na Serra dos Órgãos, RJ

Um espelho do passado… ou os “frutos estranhos” do Brasil

A historiadora Luciana Brito comenta a capa do jornal Extra que estampou a pintura de um escravo num tronco e a foto de um homem linchado até a morte preso a um poste em São Luís do Maranhão.

Jovens negros nordestinos: os mais vulneráveis

Relatório mostra que 127 anos depois da abolição da escravatura jovens negros ainda têm mais chance de sofrer violências

Sobre escravos e genes

A antropóloga Elena Calvo-González, da UFBA, analisa em artigo as origens e processos nos estudos da genética sobre a população brasileira.

Zona portuária carioca é o mais importante sítio arqueológico da diáspora africana no mundo

Durante as obras do Porto, em 2011, foi descoberto o sítio arqueológico do Cais da Imperatriz.

Como viviam e morriam os escravos no Brasil?

Treze artigos inéditos do suplemento Saúde e Escravidão da revista História, Ciências, Saúde – Manguinhos revelam como viviam, adoeciam, eram curados ou morriam os escravos e libertos.

Dinâmica da economia do café influenciou tráfico de escravos

Uma pesquisa desenvolvida na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP investigou as negociações de cativos na província de São Paulo durante as décadas finais do escravismo brasileiro (1860, 1870 e 1880), período em que também se expandia a agricultura cafeeira.