'Sem vontade política não há erradicação'

Outubro/2015 Carola Mittrany | Blog HCS-Manguinhos
Enrique

Enrique Beldarraín Chaple

Em entrevista exclusiva para o Blog de HCS-Manguinhos, Enrique Beldarraín Chaple, professor da Universidade de Medicina de Havana, discute o papel central do Estado na eliminação da poliomielite em Cuba e diz o que é necessário para erradicar a doença onde isso ainda não aconteceu. Chaple é um dos participantes internacionais do Seminário Pólio Nunca Mais: 21 anos de erradicação da poliomielite no Brasil, que acontece em 27 e 28 de outubro na Fiocruz, no Rio. Em Una batalla ganada: la eliminación de la poliomielitis en Cuba, artigo publicado em HCS-Manguinhos, o pesquisador reconstrói a história da doença e as epidemias no país até 1961, analisa a primeira Campanha de Vacinação, em 1962, e os seus resultados e discute a continuidade das campanhas anuais até a certificação de eliminação, em 1994. Segundo Enrique, isso não teria sido possível sem o envolvimento do Estado. Para ele, se em alguns países a erradicação da poliomielite não foi atingida, apesar  do esforço de instituições de saúde internacionais, como OPAS, OMS, Unicef, isso ocorreu por falta de estratégias locais, problemas econômicos e, finalmente, por falta de vontade política. Leia a entrevista em espanhol: “Sin voluntad política no hay erradicación” En entrevista exclusiva Enrique Beldarraín Chaple explica el éxito cubano y nos brinda su visión de lo que hace falta para eliminar la poliomielitis en regiones donde esto aún no ha sido posible. Saiba mais sobre o Seminário Pólio Nunca Mais

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