Professores do CPDOC publicam em Londres livro sobre relações entre o Brasil e o futebol

Fontes-Country-of-Football-new-webA Editora Hurst Publishers, de Londres, lança neste mês o livro The country of  football: politics, popular culture and the beautiful game in Brazil (O país do futebol: política, cultura popular e o belo jogo no Brasil) – organizado pelos professores da Escola de Ciências Sociais (FGV/CPDOC) Paulo Fontes e Bernardo Buarque de Hollanda, em parceria com o Brazil Institute do King’s College London.

O livro reúne artigos que abordam diversos aspectos da história social do futebol brasileiro desde a introdução do esporte no Brasil (no final do século XIX e início do XX) até os preparativos e debates em torno da Copa do Mundo de 2014, a partir do ponto-de-vista de pesquisadores brasileiros, franceses, ingleses e norte-americanos.  “O Brasil fez muito para dar forma ao futebol, mas como o futebol configurou o Brasil?”, diz a apresentação do livro no site da editora.

No dia 19 de junho, o livro é lançado na capital da Alemanha, no seminário “Rio-Berlin: In the grip of World Cup fever” (Rio-Berlim: sob o domínio da febre da Copa do Mundo). Já o lançamento londrino acontece no final de agosto, durante o Congresso da Brazilian Studies Association (BRASA), no final de agosto.

Também estão previstos lançamentos nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo no segundo semestre deste ano.

Clique aqui e conheça o livro. (página em inglês)

Fonte: FGV

Leia no blog de História, Ciências, Saúde – Manguinhos:

‘A Copa é o melhor momento de expressar o inconformismo com as nossas insatisfações’
Para o jogador e médico Afonsinho, o Brasil não está aproveitando uma oportunidade extraordinária

‘Uma Copa não tem a força necessária para mudar um país’
Para o antropólogo alemão Martin Curi, os brasileiros alimentaram esperança demais, e o legado possível restringe-se à venda de uma imagem positiva do Brasil

‘O x da questão não está na reação do jogador, mas no teor da campanha’
Para Clícea Maria Miranda, associação do negro com animalização e a irracionalidade está cristalizada.

Macacos não jogam futebol
Ricardo Waizbort
 inocenta Darwin de acusações de racismo e explica que ele defendia que todas as “raças” humanas faziam parte de uma mesma espécie e compartilhavam um ancestral comum: um primata.

Leia na revista História, Ciências, Saúde – Manguinhos:

Formação de relações regionais em um contexto global: a rivalidade futebolística entre Rio de Janeiro e São Paulo durante a Primeira República – Artigo de Christina  Peters (vol. 21, n.1,  jan.-mar. 2014)

Leia mais:

Qual será o legado deixado pela Copa? – O preço que se paga por sediar o megaevento foi tema da reportagem de capa da Revista Radis de junho.  Legado também é tema do Blog Saúde em Pauta.

Arquivo Nacional em ritmo de Copa
Exposição virtual Drama e Euforia: o Brasil nas Copas de 50 a 70 traz fotos do Correio da Manhã e da Agência Nacional

 

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