O audiovisual como ferramenta do historiador

Março/2018

Grupo de jongo do município de Pinheiral dança na inauguração do Parque das Ruínas da Fazenda São José do Pinheiro, criado pela prefeitura em 2015 para receber o Memorial Passados Presentes. Foto: Labhoi, 2015. Clique para aumentar.

A última edicão de 2017 de HCS-Manguinhos traz uma discussão sobre o uso do audiovisual em pesquisas históricas.

As autoras Hebe Mattos e Martha Abreu, professoras do Departamento de História da Universidade Federal Fluminense, e Isabel Castro, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro, enfocam o processo de produção de imagens, formação de arquivo audiovisual, análise das fontes e criação da narrativa fílmica de quatro filmes historiográficos que compõem a caixa de DVDs Passados presentes, do Laboratório de História Oral e Imagem da Universidade Federal Fluminense: Memórias do cativeiro; Jongos, calangos e folias: música negra, memória e poesia; Versos e cacetes: o jogo do pau na cultura afro-fluminense; e Passados presentes.

“O filme historiográfico é filho da interdisciplinaridade. Sem a interlocução com o cinema e a antropologia, os quatro filmes não existiriam. Cinema é trabalho de equipe”, explicam as autoras.

Leia em HCS-Manguinhos:

Da história oral ao filme de pesquisa: o audiovisual como ferramenta do historiador, artigo de Hebe Mattos, Martha Abreu e Isabel Castro (vol.24 no.4 out./dez. 2017)

Saiba mais:

Site do projeto Passados Presentes

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