Nota de pesquisa discute recepção da psicanálise no Rio de Janeiro há um século

Janeiro/2018

Juliano Moreira (1873-1933), o primeiro divulgador da psicanálise no Brasil. Foto: Wikipedia.

Publicada no atual suplemento de HCS-Manguinhos sobre culturas psi (v. 24, supl.1, 2017), a nota de pesquisa A recepção da psicanálise no Rio de Janeiro: subsídios para os debates sobre histeria, nervosismo e sexualidade, 1908-1919, de Rafael Dias de Castro, professor do Departamento de Ciências Humanas da Universidade do Estado de Minas Gerais, discute a recepção da teoria psicanalítica pelos médicos psiquiatras no Rio de Janeiro nas primeiras décadas do século XX.

O autor analisa a circulação do conhecimento científico e como as leituras que os psiquiatras faziam da teoria psicanalítica se inseriam nos pressupostos científicos então vigentes, inicialmente nos debates sobre as categorias histeria e nervosismo.

Leia em HCS-Manguinhos:

A recepção da psicanálise no Rio de Janeiro: subsídios para os debates sobre histeria, nervosismo e sexualidade, 1908-1919, artigo de de Rafael Dias de Castro (v. 24, supl.1, 2017)

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