Leishmanioses: circulação de saberes e assimetrias entre ‘centros’ e ‘periferias’ científicas no início do século XX

Fevereiro/2018

O papel essencial de cientistas da América do Sul na definição das leishmanioses fomentou circuitos interativos entre “centros” e “periferias” científicas no início do século XX. Contudo, os autores sul-americanos não contaram com o mesmo acesso aos principais periódicos científicos da Europa dedicados à medicina tropical que seus colegas europeus.

No artigo Trópicos, ciência e leishmanioses: uma análise sobre circulação de saberes e assimetrias (vol.24, no.4, out./dez. 2017), Denis Guedes Jogas Jr., doutorando do Programa de Pós-graduação em História das Ciências e da Saúde/Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz, investiga o processo de circulação de saberes entre os pesquisadores Edmundo Escomel (Peru) e Alfredo Da Matta (Brasil) e os europeus Alphonse Laveran (França) e Patrick Manson (Inglaterra) no que diz respeito à definição e validação da espundia como uma enfermidade particularizada da América do Sul e o seu enquadramento no recém-criado grupo de moléstias denominado “leishmanioses”.

Leia em HCS-Manguinhos:

Trópicos, ciência e leishmanioses: uma análise sobre circulação de saberes e assimetrias, artigo de Denis Guedes Jogas Jr. (vol.24, no.4, out./dez. 2017)

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