Jovem inca morta em ritual há cinco séculos tinha sinais de embriaguez

Agosto/2013

O Globo
BRADFORD, Reino Unido – O cabelo longo e bem trançado de uma menina de 13 anos morta há cinco séculos foi a pista que cientistas da Universidade de Bradford, no Reino Unido, precisavam para desvendar mais mistérios sobre os rituais de mumificação no Império Inca, que não raro envolvia o sacrifício de crianças. A jovem foi encontrada congelada no alto do vulcão Llullaillaco, na província argentina de Salta. Uma análise bioquímica no cabelo de “Donzela”, como foi batizada pelos cientistas, revelou que ela ingeriu quantidades muito altas de álcool e drogas nas últimas semanas de vida. O alto do vulcão fica a 6.739 metros acima do nível do mar e a temperatura negativa lá no alto foi fundamental para o estado de conservação da jovem, encontrada em 1999 e considerada uma das mais bem preservadas múmias incas já descobertas. Os incas acreditavam que o estado de embriaguez permitia a ascensão ao mundo espirital. Ao contrário do que se pensa em nossa sociedade, a alteração de consciência provocada por substâncias era tida como sagrada. Ela foi encontrada com duas outras crianças, uma garota de 6 e um menino de 7 anos, em sepulturas separadas. (…) Leia aqui a matéria completa Fonte: O Globo
 

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