Ebola e a mídia

“A alta letalidade do vírus ebola não é nenhuma novidade. As epidemias da doença que se verificam em países africanos refletem tragédias periódicas. Outros surtos ocorreram, foram noticiados e posteriormente esquecidos pela mídia, embora o vírus tenha continuado ativo. A manifestação atual do ebola expressa um impacto que é apresentado pela mídia como ameaça à humanidade, contribuindo para propagar na sociedade apreensões e o medo. Cabe, aos especialistas do campo da saúde pública, elaborar informações dirigidas à  sociedade que sejam capazes de dimensionar o risco e as possibilidades de controle, sobretudo através dos recursos oferecidos pela pesquisa científica, pela biossegurança e pela articulação global de políticas de saúde.” Este é o resumo do artigo “Ebola e a mídia“, publicado na Revista Eletrônica de Comunicação, Informação e Inovação em Saúde (Reciis) pelas pesquisadoras Telma Abdalla de Oliveira Cardoso e Marli Brito Moreira de Albuquerque Navarro, da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz). No artigo, elas comentam a cobertura da epidemia de ebola que tem sido feita pela mídia. Leia o artigo na íntegra  Leia no Blog de HCS-Manguinhos: As implicações econômicas do ebola na África Ocidental “A condição de vida nesses países será afetada mesmo quando os pacientes se recuperarem da doença”, afirma Gareth Austin, professor de História da África no Instituto de Estudos Internacionais e de Desenvolvimento de Genebra. Leia em HCS-Manguinhos: Public health and tropical modernity: the combat against sleeping sickness in Portuguese Guinea, 1945-1974, artigo de Philip Jan Havik.

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