Bertha Lutz: brasileira foi essencial para menção à igualdade de gênero na Carta da ONU

BerthaLutzONU_intA inclusão da igualdade de direitos de homens e mulheres na Carta da ONU, documento lançado em 1945 que criou as Nações Unidas, foi fruto da insistência de diplomatas latino-americanas lideradas pela cientista brasileira Bertha Lutz, que enfrentou forte oposição das delegações norte-americana e britânica.

Essa foi a conclusão de pesquisadoras da Universidade de Londres, que tentam “reescrever a história” e dar o devido crédito às diplomatas do Sul, responsáveis pela inserção do tema da igualdade de gênero em um dos mais importantes tratados internacionais do século XX. Leia a matéria no site da ONU no Brasil e veja o vídeo com imagens de Bertha Lutz na Conferência de São Francisco.

Leia em HCS-Manguinhos:

Proeminência na mídia, reputação em ciências: a construção de uma feminista paradigmática e cientista normal no Museu Nacional do Rio de Janeiro, artigo de Maria Margaret Lopes (v.15,  supl.0, 2008)

Bertha Lutz e a construção da memória de Adolpho Lutz, artigo de Jaime L. Benchimol, Magali Romero Sá, Márcio Magalhães de Andrade, Victor Leandro Chaves Gomes (vol.10, no.1, jan./apr. 2003)

Leia no Blog de HCS-Manguinhos:

A história da medicina numa perspectiva feminista
A historiadora Teresa Ortiz-Gómez, da Universidade de Granada, Espanha, deu entrevista ao Blog de HCS-Manguinhos

Einstein e Bertha Lutz: sucesso no Facebook em 2015
Postagens sobre os cientistas foram as mais vistas do ano na rede social de HCS-Manguinhos

Tsunami feminino
A escritora Rosiska Darcy de Oliveira, a filósofa Carla Rodrigues e a historiadora Begonha Bediaga participaram do painel “Os diferentes tempos do feminino”, no Rio de Janeiro

 

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