A Fiocruz na política externa brasileira

Abril/2015

Estudante angolana do mestrado em biologia parasitária e medicina tropical do IOC, no Rio de Janeiro, 2008 (Cortesia do IOC/Fiocruz)

Estudante angolana do mestrado em biologia parasitária e medicina tropical do Instituto Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, 2008. Foto: IOC/Fiocruz

Reconhecida internacionalmente por sua capacidade técnica, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) vem desempenhando um papel de grande relevância na política externa brasileira graças à sua cooperação na área de saúde com os membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), em especial os países africanos.
O artigo “A Fiocruz como ator da política externa brasileira no contexto da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa: uma história revelada“, de Alejandra Carrillo Roa e Felipe Ricardo Baptista e Silva, pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB), publicado em HCS-Manguinhos (vol.22, n.1, Jan./Mar. 2015), mostra como mudanças no cenário global desde a Guerra Fria criaram condições para o desenvolvimento de laços mais fortes entre estes países e, posteriormente, para a criação da CPLP.
O texto analisa a política externa brasileira em relação à África desde o início da década de 1960 e revela elementos históricos deste processo de cooperação Sul-Sul e do envolvimento da Fiocruz como promotora de projetos internacionais em saúde.
“O papel da Fundação Oswaldo Cruz torna-se cada vez mais relevante para a política externa brasileira, contribuindo para a diversificação de parceiros do país e para a promoção do Brasil como um ator global”, concluem os autores.
Leia em HCS-Manguinhos:
A Fiocruz como ator da política externa brasileira no contexto da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa: uma história revelada, artigo de Alejandra Carrillo Roa e Felipe Ricardo Baptista e Silva (vol.22, n.1, Jan./Mar. 2015)
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